Dá pra acreditar? Jogar na altitude já fez diferença no “FIFA”

Seja na Libertadores ou nas Eliminiatórias para a Copa do Mundo, a altitude é um adversário a mais para as equipes que, fora de casa, encaram partidas em La Paz, na Bolívia, ou Quito, no Equador, para citar dois exemplos. As cidades ficam, respectivamente, 3.640m e 2.805m acima do nível do mar.

O que nem todo mundo sabe é que a altitude já foi ‘vilã’ também na série “FIFA”: mais especificamente, em “2010 FIFA World Cup South Africa”, versão do game baseada na Copa do Mundo da África do Sul.

No jogo, além da Copa, era possível também disputar as Eliminiatórias e, no caso da América do Sul, partidas realizadas em estádios localizados em cidades altas podiam ser um terror para as equipes visitantes: se o time viesse de um país sem altitude, a resistência dos atletas esgotava mais rapidamente. Além disso, havia menos resistência no ar na trajetória da bola.

O recurso, no entanto, foi abandonado nas versões seguintes e virou praticamente uma ‘lenda’ na série “FIFA”.

Procurada por UOL Jogos, a EA Sports disse que, no “FIFA 18”, a altitude ainda não representa diferença ou altera circunstâncias no game.

Quem sabe, caso um dia o “FIFA” consiga a licença da Libertadores, a altitude não volta a influenciar também no videogame?

via UOL Jogos

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Quer ganhar um FIFA 18 jogando Cartola FC?

Escrito por Augusto Gaia

Você joga o Cartola FC? Com cada vez mais participantes, o principal fantasy game do futebol brasileiro está chegando à sua 12ª edição no ano de 2017. Sabia que você pode usá-lo para tentar ganhar um FIFA 18 (para PS4 ou Xbox One) no dia do lançamento?

Como vai funcionar?

O participante que estiver liderando a liga até o final do mês de setembro (época em que o FIFA costuma ser lançado) levará um FIFA 18 para casa! O vencedor poderá escolher a plataforma do jogo (somente PS4 ou Xbox One).

Como se inscrever?

A partir de hoje, 04/05 até o fechamento do mercado para a segunda rodada, no dia 20/05, às 14h, você deverá colocar o seu nome e sobrenome, nome do clube no Cartola, qual plataforma você vai querer (somente PS4 ou Xbox One), além do seu e-mail ou Twitter nos comentários das nossas redes sociais (Facebook ou Twitter).

Feito isso, mande um pedido para participar da nossa liga Arte Virtual FC – FIFA 18.

Atenção! Só serão aceitos na liga os participantes que estiverem com os dados corretos nos comentários.

[ATUALIZAÇÃO 14/05]: Devido ao grande número de pedidos, só serão incluídos os participantes que estiverem com os dados corretos nos comentários e tiverem mandado uma solicitação para entrarem na liga. Se você enviou uma solicitação, colocou os dados corretos nos comentários, mas mesmo assim não conseguiu entrar na liga, nos avise no chat do Facebook! O prazo para participar se encerra no dia 20/05, até o fechamento do mercado na segunda rodada.

Boa sorte a todos!

Com contrato se encerrando com a Konami, Champions League pode voltar ao FIFA em 2018

Escrito por Augusto Gaia

O contrato da UEFA com a Konami se encerra no fim do ano, mas a entidade máxima do futebol europeu já abriu (e já fechou, inclusive, no último dia 14) novas negociações para o licenciamento dos seus torneios. De acordo com o InsideWorldFootball, o processo de licitação é divido em três partes:

  • Licença para simuladores de futebol e eSports
  • Licença para simuladores de manager (Football Manager, Championship Manager, entre outros)
  • Licença para jogos mobile e eSports

O site ainda relata que a EA SPORTS conseguiu o licenciamento da UEFA EURO 2012, só que de lá pra cá, a Konami obteve a licença tanto da Eurocopa como da Champions League e da Liga Europa. Desta vez, o contrato em negociação é válido para o ciclo 2018-2021 para as competições envolvendo os clubes e 2018-2022 para as competições envolvendo seleções. Os campeonatos envolvendo os clubes são, além das copas já nomeadas anteriormente, a Supercopa da UEFA, a Champions League feminina, A UEFA Youth League e a UEFA Futsal Cup. Já os campeonatos envolvendo as seleções incluem a nova Liga das Nações da UEFA 2018-2019 e 2020-2021, o Campeonato Europeu Sub-21 de 2019 e 2021, além do Campeonato Europeu de Futsal 2018, 2020 e 2022.

No entanto, ter o licenciamento do torneio não significa que os times virão 100% licenciados. Um grande exemplo disso é o PES 2017 com dezenas de times genéricos ao disputarmos uma Champions ou Liga Europa. Por parte da EA, também temos bons exemplos, como a DLC da UEFA Euro no FIFA 12, que continha 24 das 53 seleções com uniformes genéricos – algumas até com jogadores fictícios – e o antigo game “UEFA Champions League 2006-2007”, que apresentava algumas equipes também sem licenciamento:

Na prática, o licenciamento da Champions League e da Liga Europa possibilitaria que a EA utilizasse apenas o nome oficial dos torneios, o logotipo oficial e os troféus em seus jogos. Sendo assim, um possível licenciamento não acrescentaria nenhum novo clube, já que os direitos dos times não pertencem à UEFA. Seria o mesmo caso de um possível licenciamento da Libertadores: times como Flamengo e Corinthians, que possuem contrato de exclusividade com a concorrente por mais um ano, não apareceriam no jogo porque os direitos dos clubes não pertencem à CONMEBOL.

Um outro lado que pode pesar na decisão da UEFA é a questão dos eSports. Neste ano, apesar dos problemas com os brasileiros, a EA entrou de vez no mundo dos esportes eletrônicos competitivos. As etapas regionais da Weekend League são transmitidas para diversos países e os prêmios para os campeões chegam a 20 milhões de dólares, ao mesmo tempo que o PES, por enquanto, não tem tanto apoio da mídia quanto o FIFA. Com isso, a UEFA, querendo se aproveitar desse crescimento dos eSports, poderia escolher a EA.

Mas no momento, não há nada oficial. Algumas fontes afirmam que a UEFA já optou pela Konami em uma negociação muito rápida. Vale ressaltar que enquanto o FIFA tem uma parceria com o Xbox One, o PES tem uma com o Playstation, ou melhor, com a Sony, patrocinadora master da competição, que poderia bancar essa licença no jogo da empresa japonesa. Particularmente, gostaria que esses torneios aparecessem nos dois jogos, uma vez que estimularia a concorrência entre EA e Konami e o maior beneficiado seria o consumidor.

O descaso da EA com a comunidade, eSportistas e consumidores brasileiros

Escrito por Augusto Gaia

Duzentas partidas e 66 horas de um mês jogadas no lixo! Os brasileiros Wendell Lira, Lucas Tabata, Digo Araújo, Senna do Boné e Erik Gaygher, classificados para a etapa regional de Vancouver por meio da Weekend League, foram eliminados por conta de uma série de erros da organização do campeonato. Segundo Wendell, a EA enviou um e-mail no dia 24 de fevereiro confirmando a sua classificação, no entanto, os e-mails seguintes ficaram a cargo de uma empresa contratada pela EA SPORTS e foram enviados muito tempo depois do previsto, impossibilitando que todos os jogadores do país participassem da etapa no Canadá:

Já não é a primeira vez que acontece um problema envolvendo brasileiros em uma competição oficial organizada pela EA SPORTS. Em novembro do ano passado, a Hero League contou com uma tenebrosa organização: o login do site não funcionava, diversas partidas foram remarcadas e os organizadores demoraram para soltar uma nota comunicando o que estava acontecendo. Com toda humildade do mundo, os torneios do Arte Virtual são BEM mais organizados.

O descaso da EA com o Brasil não para por aí. É claro que as negociações com os clubes e atletas daqui não são nada fáceis, mas o que custava eles serem transparentes com o consumidor e informarem que não haveria nenhum update nos times brasileiros? O comunicado do site oficial nos deixou na expectativa de alguma novidade:

“(…)os clubes brasileiros serão lançados com nomes de jogadores genéricos, e não serão incluídos no FUT. Vamos informar todos os fãs do FIFA 17 sobre os nomes dos jogadores SE e quando as informações ficarem disponíveis.”

O pouco-caso da empresa é ainda mais inacreditável quando vemos que mesmo após 7 meses de lançamento, o FIFA 17 continua sendo um dos jogos mais vendidos do Brasil, de acordo com os dados da PSN:

Há de se destacar ainda a indiferença da EA SPORTS em consertar os inúmeros bugs que o jogo possui e são relatados diariamente em seu fórum oficial. Já foi comprovado até que existe um handicap no game. O FIFA é cada vez mais resumido ao modo Ultimate Team, simplesmente porque gera mais lucro para a empresa, com a venda de coins e FIFA Points. Mas e aí: quando teremos novidades significativas no Modo Carreira, no Pro Clubs e a volta do Creation Centre? A EA arrecada mais de 1,8 bilhão de reais anualmente com o Ultimate Team e não investe tanto em outros modos de jogo.

Lamentavelmente os grandes portais e a maioria das comunidades de FIFA ignora essa omissão da EA SPORTS com o público brasileiro. Para piorar a situação, não há um game de futebol que ameace as vendas de FIFA…

Quatro ações que poderiam trazer o Brasileirão de volta ao FIFA

Escrito por Augusto Gaia

Chegamos ao mês de Abril – faltam cerca de 60 dias para o anúncio oficial do FIFA 18 na EA Play – e os times brasileiros não vieram com os jogadores licenciados no FIFA 17. Isso ocorreu por conta dos inúmeros processos de alguns atletas do país que consideram que apareceram ‘indevidamente’ no jogo. Leia no post abaixo:

Os elencos dos clubes brasileiros continuam genéricos. SAIBA QUEM ESTÁ PROCESSANDO A EA!

Será que esse quadro pode mudar para o FIFA 18? O Arte Virtual pensou em algumas possíveis soluções para o Brasileirão retornar com os jogadores fielmente representados nos próximos FIFAs:

Ao assinar com o clube, o atleta deveria liberar os seus direitos de imagem automaticamente para jogos de futebol

Você já pensou na visibilidade que os clubes do país deixaram de ganhar nesse FIFA? Um peruano poderia escolher jogar com o Flamengo por causa do Guerrero e do Trauco, com o São Paulo por causa do Cueva e um colombiano poderia jogar com o Palmeiras por causa do Mina. Os três clubes perderam torcedores em potencial, o primeiro por conta de uma exclusividade com a Konami, já os dois paulistas, devido aos jogadores genéricos. Não há atrativo em jogar com atletas fictícios! Tudo isso poderia ser resolvido se, quando o atleta assinasse um contrato, ele estivesse liberando automaticamente o uso de seu direito de imagem para os jogos de futebol. Há diversos atletas que ficaram mais reconhecidos pela sua habilidade no FIFA do que na vida real, como o brasileiro Welliton, que era um dos jogadores mais usados no Ultimate Team do FIFA 13. Essa notoriedade pode até valorizar o passe do atleta em uma possível transferência. Será que o departamento de marketing do clube, o atleta e o seu empresário pensam nisso?

União dos clubes e a criação de uma liga própria

Uma das minhas maiores decepções futebolísticas nesses últimos anos foi com a Primeira Liga. Inocentemente, achei que seria um marco importante para o futebol do país, afinal os clubes finalmente tinham se organizado e criado um torneio sem a ajuda das federações e da CBF. No entanto, os clubes se desentenderam sobre a distribuição dos direitos televisivos – um dos fatos que culminou com a saída de Atlético-PR e Coritiba da Primeira Liga – e o Flamengo, que discursou que era contra a Federação de Futebol do Rio de Janeiro (FFERJ) e contra o prejuízo gerado com a disputa do Campeonato Carioca, voltou atrás e assinou com a Globo até 2019. Agora, terá que disputar o estadual nos próximos anos com a sua equipe profissional, ao invés dos juniores, como havia ameaçado. Em boa parte das partidas da Primeira Liga, os clubes não usaram ‘força máxima’, o torneio virou um campeonato secundário e sobrecarregou ainda mais o tenebroso calendário do futebol brasileiro.

Atlético-PR e Coritiba perceberam antes das outras equipes que a Primeira Liga já não era mais a mesma. Apesar de rivais, os dois clubes parecem ter as diretorias mais unidas do Brasil, tendo brigado até com a federação paranaense para transmitirem uma partida do estadual pelas redes sociais. Se todos os clubes da Série A tivessem a união que o Furacão e o Coxa têm, consequentemente teríamos uma liga própria e organizada como a dos principais países europeus. Os times ainda não sabem que juntos são mais fortes que as federações estaduais e a CBF.

A EA poderia negociar com a Rede Globo

Ao que tudo indica, essa parceria já aconteceu há alguns anos, tanto que o narrador e o comentarista da versão brasileira são o Tiago Leifert e o Caio Ribeiro, funcionários da emissora. Em um passado não muito distante, mais precisamente em 2012, tivemos até um “Desafio Espetacular de Video Game” com transmissão da TV aberta:

Outro fator que evidencia essa parceria foi que, no FIFA 14, ao jogar com algum time brasileiro no Modo Carreira, era possível notar a placa de publicidade do Esporte Espetacular. A EA poderia procurar a Globo para licenciar os placares do Brasileirão e reproduzi-los fielmente no jogo, tornando o conteúdo PT-BR muito mais autêntico. Em uma situação hipotética, a Rede Globo ajudaria no licenciamento de jogadores.

A volta do Creation Centre e o aprimoramento do Modo de Edição

Essa é a solução mais imediatista e prática. Com a volta do Creation Centre, poderíamos importar os clubes e jogadores que faltam para o jogo. Apesar disso, a ferramenta deveria ser totalmente remodelada, de modo que pudéssemos introduzir nossos próprios uniformes personalizados, assim como ocorre no PES 2017, e não modelos pré-definidos. Seria ótimo também se houvesse um aprimoramento do modo de edição. A essa altura do campeonato, com um motor da capacidade do Frostbite e os milhões de dólares que a EA ganha com o Ultimate Team deveria ser possível, no mínimo, editar o nome, sobrenome e aparências de qualquer jogador do FIFA.

HISTÓRICO: campeão continental no Fifa, brasileiro acerta contrato com PSG

Não é só no Counter-Strike, nos maiores exemplos da SK Gaming e da Immortals, que o Brasil está exportando talentos. Agora chegou a vez de um jogador de Fifa representar as cores de uma organização de outro país. Atual campeão continental no modo Ultimate Team, o carioca Rafael “Rafifa13” Fortes, de 21 anos, assinou contrato para jogar pelo Paris Saint-Germain nas próximas competições do simulador de futebol. É a primeira vez que um jogador brasileiro vai defender um clube de futebol da Europa no esporte eletrônico.

– Ainda não caiu a ficha. Eu jogo Fifa há muito tempo. A gente sabe toda a grandeza que envolve o cenário de e-sports, e o Fifa sempre ficou um degrau atrás. Mas de um tempo para cá, a gente vê os clubes investindo, e eu vou ter essa chance de representar um clube estrangeiro. Ser um brasileiro representando um clube estrangeiro é gigante. Tenho certeza que vou representar as cores do PSG da melhor maneira – afirmou o brasileiro, em entrevista ao SporTV.com em sua residência no Rio de Janeiro.

Rafifa vestiu pela primeira vez a camisa da nova equipe na noite desta sexta-feira, durante um encontro com o diretor de marketing do PSG, Fabien Allègre, e Nenê, ex-atacante do clube francês e atualmente no Vasco.

Na divisão de Fifa do PSG, Rafifa fará parte de um elenco estrelado. Contratado depois de ter a multa rescisória paga junto ao E-SportFlix, ele se junta ao dinamarquês August “Agge” Rosenmeier, campeão mundial em 2014 e vencedor da Electronic Sports World Cup (ESWC) em 2015, e ao francês Lucas “DaXe” Cuillerier, campeão da ESWC em 2016. Um dos novos companheiros de equipe foi até quem facilitou a transferência.

– A gente tinha um contato em comum, que é o August Rosenmeier, campeão mundial duas vezes e já jogador do PSG. Ele é meu conhecido. A gente já jogou alguns campeonatos ao longo do mundo, (como) na França, em 2015 (ESWC), e no Brasil, em 2014 (Copa do Mundo). Ele fez essa ponte comigo, disse que tinham se interessado. Quando o interesse do PSG firmou, falei para o meu clube, o E-SportFlix: “eu tenho essa oportunidade, não posso desperdiçar isso que vai ser um pulo do gato na minha vida, vai ser a chance que tenho para acabar virando um jogador profissional de Fifa” – contou o jogador, que seguirá morando no Rio de Janeiro e passará a receber salários em euros.

Rafifa é bicampeão brasileiro no Fifa e já esteve presente em dois campeonatos mundiais. A conquista mais recente foi o título das Finais da Primeira Temporada Regional, em fevereiro, em Miami. O torneio reuniu alguns dos melhores jogadores das Américas e foi disputado no modo Ultimate Team de Fifa 17, em que os ciberatletas utilizam cartas virtuais dos jogadores reais de futebol para montar seu time. A competição faz parte do processo de classificação para a Copa do Mundo Interativa da Fifa (FIWC), cuja edição deste ano será realizada em Londres, em agosto.

LEIA MAIS: ENTREVISTA EXCLUSIVA DO ARTE VIRTUAL COM O RAFIFA

Como campeão em Miami, Rafifa tem vaga assegurada nas Finais do Campeonato de Ultimate Team, marcadas para o dia 20 de maio, em Berlim. Outros jogadores podem se classificar para o evento na Alemanha a partir das Finais da Segunda Temporada Regional, em 8 de abril, em Vancouver, incluindo o brasileiro Wendell Lira, vencedor do Prêmio Puskás de 2015. Os três melhores de cada plataforma (Xbox One e PS4) nas Finais do Campeonato de Ultimate Team carimbam o passaporte para o Mundial da Fifa.

– Meu maior sonho é ser campeão mundial. Eu já fui campeão brasileiro duas vezes, mas ser campeão mundial não se compara, para mim e para o cenário de Fifa, o que essa conquista iria trazer para a gente – finalizou Rafifa.

O anúncio da contratação do brasileiro feito pelo PSG é mais um sinal de interesse de clubes de futebol no esporte eletrônico. Em fevereiro, dias antes das Finais da Primeira Temporada Regional, a Roma revelou a entrada nos e-sports com um elenco de jogadores de Fifa, dentre eles o americano Aman “Aman” Seddiqi, quem Rafifa superou logo na fase de grupos em Miami, no Xbox One. Outros clubes de esportes tradicionais investem nos e-sports, fenômeno que começou em 2015.

via SporTV

FIFA Talent Scout: trabalhe para a EA SPORTS na sua casa!

Escrito por Augusto Gaia

Você sabia que é possível trabalhar para a EA SPORTS no aconchego do seu lar? O EA SPORTS FIFA Talent Scout recruta pessoas que gostam de FIFA e entendem de futebol para fazerem parte da equipe de edição oficial do jogo. Esse site que a empresa faz propaganda todos os anos oferece, atualmente, vaga para dois setores:

Analista de futebol: Também conhecido como revisor de dados. Essa pessoa é encarregada de ajudar os editores de dados, procurando erros e sugerindo melhorias. Por exemplo: corrigir a altura e o peso de um atleta que possam estar errados, sugerir mudanças nos atributos ou aparência (rosto/cabelo ou acessórios como chuteiras), corrigir o pé preferido de um atleta destro, mas que no jogo está como canhoto, etc… Esse cargo é totalmente voluntário, no entanto, um revisor de dados ativo, que envia feedbacks com qualidade e com uma certa frequência, pode ser promovido a editor de dados, uma posição remunerada, em que o seu nome aparece nos créditos do jogo e de quebra, você ainda pode ganhar o FIFA de graça.

Editor de fotos: Sabe as fotos dos jogadores que aparecem no FUT e na escalação dos jogos? É bem isso que você está imaginando… O produtor te enviará fotos de diversos jogadores, você terá que editar e enviar para ele de volta. Pode parecer simples, mas eles são bem exigentes quanto à qualidade do recorte das fotos dos jogadores e muitas pessoas são reprovadas nesses testes. O ideal é que você tenha uma certa habilidade para mexer no Photoshop e tempo. Assim como o editor de dados, seu nome aparecerá nos créditos e você poderá ganhar o jogo de graça.

Se quiser participar, acesse o site por aqui. Após se cadastrar, você fará um teste para a EA saber mais sobre os seus conhecimentos futebolísticos. É fundamental saber ler e escrever em inglês, além de ter no mínimo 16 anos, que é a idade mínima para trabalhar legalmente no Brasil.

Você pode ajudar na edição de uma liga que já está no jogo. Embora os atletas do Campeonato Brasileiro não tenham aparecidos de forma oficial no FIFA 17, eles foram observados e analisados por vários meses, tiveram seus atributos, aparências (faces, chuteiras) editados e ainda estão lá na base de dados online da EA. Os processos judiciais de alguns atletas acabou impedindo que esse trabalho fosse para o jogo.

 

Peter Moore, ex-diretor da EA Sports, assumirá o comando do Liverpool

Em mais um encontro de videogames e esportes tradicionais, o executivo Peter Moore anunciou que será o novo diretor do Liverpool Football Club. No comando da EA Sports de 2007 a 2015, Moore era o atual Chefe de Competições da desenvolvedora desde a criação da área competitiva há dois anos.

A mudança de Moore foi confirmada pela EA em comunicado oficial por Andrew Wilson, atual CEO da desenvolvedora. “Peter esteve conosco por quase 10 anos, e me considero privilegiado por ter tido a oportunidade de trabalhar com ele em sua jornada”, afirmou.

Wilson também explicou que Moore continuará no cargo por mais algumas semanas, mas não confirmou quando um substituto para a posição será anunciado – nem quem está cotado para a vaga.

Moore, que já foi presidente da SEGA of America e vice-presidente corporativo da Microsoft Interactive, nasceu em Liverpool e é um grande torcedor do clube inglês. Segundo o Liverpool, o executivo deve se mudar para a cidade e começar seu novo trabalho no próximo verão (o inverno brasileiro).

via ESPN

Wendell Lira, participante da Hero League, já apareceu em versões anteriores do FIFA

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Escrito por Augusto Gaia

Wendell Lira decidiu seguir um caminho bastante incomum: largar o futebol profissional e investir no futebol virtual. O ex-jogador de futebol, aproveitou a fama conquistada com a vitória no Puskás e se tornou um youtuber de FIFA. Em pouco mais de 4 meses, o seu canal no Youtube já tinha cerca de 252 mil inscritos.

Poucos sabem, mas o agora famoso Wendell Lira já apareceu em versões anteriores do FIFA. Tudo começou em 2007, época em que ele foi promovido da base do Goiás para a equipe profissional. Sua primeira aparição foi no FIFA 08: seu nome era apenas “Wendell”, com overall 68 e potencial estimado em 75.

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O desenvolvimento de seu overall era “Precoce Talentoso”.

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Na versão do FIFA 09 e 10 para PC, a engine mudou. Ficava atrás de Xbox 360 e PS3, os gráficos das faces eram semelhantes, mas por outro lado, eram também menos detalhados do que as versões next-gen na época. Ainda com o nome de “Wendell” nas duas versões, sua classificação era 67 e 65, respectivamente. Seu potencial continuou o mesmo: 75.

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Sua última aparição foi na atualização de fevereiro do FIFA 11. Retornando de empréstimo do Fortaleza (que não estava no jogo), o atacante voltou a aparecer no game da EA. Desta vez, apresentava classificação geral 66 e seu potencial era estimado em 69.

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FBI indica que hackers de “FIFA” fraudaram EA em até US$ 18 milhões

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Uma investigação conduzida pelo FBI revelou que um grupo de hackers pode ter ganho milhões ao fraudar a publisher Electronic Arts usando o sistema de microtransações do game de futebol “FIFA”.

O órgão de investigação americano suspeita que o réu Anthony Clark, ao lado de três comparsas, hackeou o sistema da EA para roubar a moeda interna do jogo, as chamadas “Fifa Coins”, que são usadas para comprar pacotes de jogadores no popular modo Ultimate Team.

As Fifa Coins podem ser adquiridas tanto gratuitamente, ao fazer uma série de atividades dentro do game, ou ao comprar pacotes pela PSN, Xbox Live ou Origin.

De acordo com a acusação do FBI, o grupo construiu uma ferramenta capaz de enganar o sistema da EA, criando uma série de partidas falsas para arrecadar as moedas de graça mais rapidamente, vendendo-as para mercados de terceiros na Rússia e China.

O esquema começou em meados de 2013, e terminou em 17 de setembro de 2015, quando o FBI tomou a propriedade dos suspeitos, incluindo uma Lamborghini de um dos comparsas de Clark.

Os investigadores acreditam que, no total, a fraude pode ter custado entre US$ 15 a US$ 18 milhões para a Electronic Arts.

via UOL Jogos